Acusando o Japão de interferir nos assuntos regionais e de minar a paz e a estabilidade, a China insistiu que a sua soberania sobre as águas disputadas "nunca mudou", apesar da decisão do tribunal de 2016. A disputa diplomática eclodiu depois que o Japão, juntamente com os Estados Unidos, a Austrália, o Reino Unido, as Filipinas e outros nove países, assinalaram o 10º aniversário da decisão do Tribunal Permanente de Arbitragem, reiterando que as reivindicações marítimas expansivas da China “não têm base jurídica” ao abrigo do direito internacional.