O tubo não pode ser facilmente adaptado para lidar com ondas de calor, tornando as condições quase insuportáveis À medida que a escada rolante desce abaixo do solo na estação King’s Cross St Pancras, em Londres, é perceptível a mudança do que já era uma entrada quente da estação para as profundezas subterrâneas semelhantes a fornalhas. No metrô é pior: um homem se recosta na cadeira, os olhos fechados, suando; as pessoas seguram ventiladores elétricos a poucos centímetros de seus rostos. Os viajantes de Londres são conhecidos pelo seu estoicismo e o calor parece ser outra tribulação a aceitar. Será preciso fazê-lo: as ondas de calor na capital estão a tornar-se rotina. Continuar lendo...