A vida de Sarah Baartman foi marcada pela violência colonial e pela exploração na África do Sul. Ela foi exibida na Europa como a "Vênus Hotentote" por curiosidade voyeurística. Cientistas franceses estudaram seu corpo após sua morte, o que alimentou narrativas científicas raciais. Seus restos mortais foram repatriados para a África do Sul depois de quase dois séculos. Sua história continua sendo um poderoso emblema de lembrança e justiça.