O Ministério Público apresentou a sua opinião sobre o mérito de Şiyar Alpaslan (31), que foi julgado por ter encostado uma faca à garganta do filho após fazer uma videochamada à sua esposa Fatma C. (27), de quem se encontrava em processo de divórcio em Izmir, e exigiu que Alpaslan fosse punido pelos crimes de “simples lesão ao filho” e “ameaça à esposa”. A audiência foi adiada para 13 de outubro.