Representantes do povo...ou da tribo e do trono?!
⚡ Resumo rápido
37 anos após a inauguração do pluralismo político na Argélia, o fenómeno do fanatismo tribal e de clã continua a assombrar a prática eleitoral nas nomeações parlamentares e locais porque está directamente ligado aos interesses materiais entre o candidato e o eleitor, o que acabou por conduzir à construção de relações clientelistas entre os dois partidos, em vez de ser um contrato político baseado no conceito de cidadania.