Morte de Lyhanna: Rémy Heitz, magistrado máximo de França, reconhece um “fracasso colectivo”, mas lembra que “a crise em torno dos meios de justiça não é nova”
⚡ Resumo rápido
Rémy Heitz, procurador do Tribunal de Cassação, reconhece um “fracasso coletivo” após a morte da jovem Lyhanna, de 11 anos, e considera as críticas “legítimas”, “tendo em conta a emoção causada por esta tragédia, que nos assola a todos”.