Pesquisadores russos desenvolveram um teste não invasivo baseado em urinálise que pode ajudar a monitorar o câncer de bexiga e reduzir a necessidade de cistoscopia frequente, um procedimento doloroso usado para examinar a bexiga. Este teste mede a proteína survivina, que está associada à atividade tumoral, por meio de um bioimunoensaio óptico.