Dando uma palavra à natureza: por que os cientistas marinhos escoceses nomearam o oceano para seu conselho
⚡ Resumo rápido
À medida que os direitos da natureza são cada vez mais reconhecidos, a Associação Escocesa para as Ciências Marinhas é a mais recente organização a tornar o oceano um administrador Numa sala de reuniões num edifício de escritórios em Oban, uma cidade pitoresca na costa oeste da Escócia, os administradores que participam nas reuniões há muito que conseguem ver as ondas do Atlântico a rebentar através das janelas.
À medida que os direitos da natureza são cada vez mais reconhecidos, a Associação Escocesa para as Ciências Marinhas é a mais recente organização a tornar o oceano um administrador
Numa sala de reuniões num edifício de escritórios em Oban, uma cidade pitoresca na costa oeste da Escócia, os administradores que participam nas reuniões há muito que conseguem ver as ondas do Atlântico a rebentar através das janelas. Mas desde o mês passado, o oceano também tem estado presente na sala, com uma nova iniciativa invulgar que garante que agora tem uma palavra a dizer nas decisões que moldam o futuro da Associação Escocesa para as Ciências Marinhas (Sams), com 140 anos de existência.
Sams foi criada durante o Iluminismo escocês, uma época de crescente interesse pela oceanografia, quando a natureza era vista como algo a ser dominado e explorado.
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