O programa de carros autônomos da Apple nunca saiu do papel, mas pode ter sido o que tornou os chips da empresa os poderosos executores de IA que são. No início do desenvolvimento da plataforma autônoma, a Apple percebeu que seria necessário um poderoso processamento de IA no dispositivo. Embora o processador do carro nunca tenha sido concluído, como Mark Gurman detalha em seu último boletim informativo Power On, ele levou ao desenvolvimento do Neural Engine, a espinha dorsal do processamento de IA no dispositivo da Apple. O Neural Engine estreou com o iPhone X e o A11 Bionic. Naqueles primeiros dias, ele era usado principalmente para visão computacional, alimentando FaceID, Animoji e um… Leia a história completa em The Verge.