Apesar da crescente conscientização sobre a saúde mental, a compreensão pública ainda está atrasada em relação aos avanços científicos. Os mal-entendidos em torno da esquizofrenia, do transtorno dissociativo de identidade e do transtorno bipolar levam a um estigma generalizado. Os meios de comunicação social muitas vezes dramatizam estas questões, retratando os indivíduos afectados como violentos ou erráticos. Para combater isto, precisamos de dar prioridade à educação e promover a empatia, ao mesmo tempo que sistemas de apoio robustos devem ajudar os pacientes e os prestadores de cuidados na sua jornada em direção à recuperação e ao respeito.