Os moradores de Awoye, no Delta do Níger, dizem que a poluição contínua está causando doenças e destruição ambiental, enquanto os pedidos de ajuda ficam sem resposta Sentada numa estreita cama de hospital em frente ao seu filho, Bodunwa Orugbemi consegue ouvir o distante Oceano Atlântico e sentir o cheiro do petróleo bruto no ar que vem da costa. Há dias que o seu filho de 21 anos está neste hospital no Delta do Níger, engolindo pequenas colheradas de comida sem conseguir falar. Orugbemi, de 70 anos, diz que Ijadopin começou a tossir numa noite de Maio, dentro da sua pequena casa de madeira em Awoye, na costa atlântica da Nigéria. Depois de alguns dias sua tosse se intensificou, depois ele desenvolveu uma irritação na pele, seguida de dificuldade para respirar. Continuar lendo...