``Depois de Hong Kong, Taiwan será o próximo, e depois o Japão.'' Lin Rongji, que foi preso por vender livros proibidos na China, morre, um aviso do dono de uma livraria que lutou contra a supressão da expressão | Política, Economia, Investimento | Toyo Keizai Online
⚡ Resumo rápido
Lin Yongji, que continuou a lutar para proteger a liberdade de expressão, desde a venda de livros em Hong Kong que são "proibidos" na China, até à detenção pelas autoridades chinesas, à desertação para Taiwan e, finalmente, ao retomar os negócios em Taipei, faleceu aos 70 anos.