Em 1993, ela conseguiu um acordo de US$ 333 milhões de uma empresa de energia californiana em um escândalo sobre água contaminada. Três décadas depois, ela tem um novo alvo em vista – e é global Quando Erin Brockovich acordou e encontrou 30 e-mails de pessoas da mesma cidade, ela percebeu que algo estava acontecendo. As pessoas enviam emails constantemente a Brockovich por causa do que aconteceu em 1993, quando ela desempenhou um papel fundamental no processo contra a Pacific Gas and Electric Company (PG&E) em nome dos residentes da cidade de Hinkley, Califórnia, cujas águas subterrâneas tinham sido contaminadas. O caso resultou em um acordo de US$ 333 milhões – então o maior pagamento já feito para uma ação direta. Quando ela foi imortalizada por Julia Roberts no filme Erin Brockovich, de 2000, ela se tornou a heroína que não sabíamos que precisávamos, uma Joana D'Arc moderna. Ela venceu a PG&E sem nenhum treinamento jurídico formal. Os e-mails que ela recebeu há algumas semanas eram sobre datacenters. Em abril, ela colocou uma frase de destaque em seu site pedindo que qualquer pessoa com dúvidas sobre alguém próximo a ela entrasse em contato. Em um mês, 3.862 pessoas responderam. As empresas de tecnologia precisam de centros de dados para alimentar a sua tecnologia “para sempre”, diz ela, mas os novos que estão a ser construídos para alimentar a IA? “Isso parece Hinkley tomando esteróides.” Continuar lendo...