Creche de Sumaré é descredenciada pela Prefeitura após bebê de um ano sofrer lesões no rosto
⚡ Resumo rápido
Sumaré descredencia creche após bebê de 1 ano sofrer mordidas no rosto A creche Pipa Amarela, que atendia alunos encaminhados pela Prefeitura de Sumaré (SP), foi descredenciada após uma bebê de um ano e dois meses sofrer várias lesões no rosto.
Sumaré descredencia creche após bebê de 1 ano sofrer mordidas no rosto
A creche Pipa Amarela, que atendia alunos encaminhados pela Prefeitura de Sumaré (SP), foi descredenciada após uma bebê de um ano e dois meses sofrer várias lesões no rosto. O caso aconteceu enquanto ela estava sob os cuidados da instituição no bairro Bom Retiro.
A situação foi denunciada pela mãe da aluna, Bruna Souza Pimpão, que recebeu da diretora a informação de que sua filha havia sido mordida por um colega.
"Estava inchado, o nariz cortado, a boca roxa, a ponta da orelha roxa", detalhou a mãe, que suspeita que os ferimentos não foram causados apenas por mordidas.
Pela gravidade das lesões, a criança foi levada a um hospital, onde um exame de tomografia apontou que os ferimentos eram compatíveis com agressões.
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De acordo com a Secretaria Municipal de Educação, a creche, mesmo sendo uma unidade particular, prestava serviços ao município. Com o descredenciamento, os estudantes serão transferidos para outras escolas da rede pública conforme escolha dos pais.
Agentes da pasta realizaram uma vistoria no local e um processo administrativo foi aberto para apurar o ocorrido. Os responsáveis pela instituição de ensino poderão ser penalizados administrativamente. Por fim, a secretaria disse que tem oferecido apoio à família.
A instituição de ensino foi procurada pela EPTV, emissora afiliada da Rede Globo, mas os funcionários informaram que foram orientados pela administração a não dar informações.
Criança de 1 ano sofreu diversas lesões no rosto enquanto estava sob cuidados creche
Reprodução/EPTV
'Me assusta a frieza da escola'
Bruna disse que até agora não recebeu satisfação da creche sobre o caso e quando tentou entrar em contato para esclarecer a situação da filha não obteve retorno.
Além disso, a creche teria sido questionada sobre a existência de imagens que comprovem os acontecimentos e supostamente informou não possuir registros.
"Eles não me mandaram mensagem. Também acho que me bloquearam no WhatsApp porque sumiu a foto da escola e da proprietária, então ainda não se pronunciaram, não me procuraram. Me assusta a frieza da escola", disse a mãe.
Bruna também relata mudanças no comportamento da filha, que tem estado muito assustada desde o ocorrido.
"Toda vez que outra pessoa pega, ela chora. Esses dias meu esposo foi brincar com ela e ela se escondeu atrás de mim com medo. São reações que ela não tinha antes, sempre foi muito simpática, tranquila", contou.
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