Diz-se que um dinamarquês com raízes afegãs espionou o presidente do Conselho Central dos Judeus, Josef Schuster, e outros alvos de assassinatos e ataques incendiários em nome das Brigadas Al-Kuds iranianas. O julgamento perante o Tribunal Regional Superior Hanseático começa na sexta-feira – a dica decisiva veio do serviço secreto israelense Mossad.