Num caso especial de fraude baseado no Camboja, interrogatórios policiais revelaram que o suspeito de 38 anos, que se acredita ser o proprietário de uma base, é suspeito de operar múltiplas bases naquele país. A polícia está investigando a possibilidade de que, enquanto estava na Tailândia, ele tenha trabalhado com recrutadores para enviar “kakeko” para várias bases.