“É uma honra para mim dar a Abelardo o meu apoio total e absoluto”, disse Donald Trump após o primeiro turno presidencial na Colômbia. Depois dessa declaração, a posição de Washington em relação ao segundo turno entre Abelardo de la Espriella e Iván Cepeda, em 21 de junho, tornou-se uma questão central de campanha. Para alguns analistas, energiza a base da direita; para outros, é um gesto simbólico; e, para a oposição, um apoio com “tom de interferência”. Isso suporta adição ou subtração?