Num caso especial de fraude baseado no Camboja, um suspeito de 38 anos, que se acredita ser o proprietário da base, é suspeito de receber pelo menos 30% do dinheiro que fraudou como compensação, revelou uma entrevista policial. A polícia acredita que ele recebeu mais de 100 milhões de ienes por mês como compensação enquanto estava envolvido na operação da base.