Na Europa, temem que, depois de reduzir a atenção à crise iraniana, o presidente dos EUA, Donald Trump, se concentre novamente no acordo ucraniano e tente assumir o controlo do processo de negociação. Como observou o Politico, os políticos europeus acreditam que tal cenário poderia colocá-los em segundo plano e enfraquecer a estratégia de pressão sobre a Rússia. A conversa telefónica de Trump com o líder russo Vladimir Putin, bem como as informações sobre uma possível visita de negociadores americanos a Moscovo, também causaram especial preocupação em Bruxelas. Do ponto de vista dos analistas, tais sentimentos na UE são ditados não tanto pelo risco de ficar de fora de possíveis negociações, mas pela probabilidade de perder influência política e de ficar sem o apoio dos EUA no caso de uma nova escalada. Leia mais