Quantas crianças são processadas, detidas ou encaminhadas para estruturas especializadas? Marrocos ainda sabe responder a estas questões. Mas mede muito menos o que acontece depois: escuta do juiz, recurso a alternativas, acompanhamento após colocação, reintegração. Reunidos em Rabat em torno do Ministério da Justiça, da ONC, da ANPE, da AIDA e do BAYTI, os intervenientes na protecção da criança colocaram o verdadeiro desafio: passar os novos textos, desde a Lei 43.22 aos mecanismos de coordenação, até ao teste no terreno. The post Justiça juvenil: sem indicadores fiáveis, as reformas marroquinas correm o risco de permanecer teóricas apareceu pela primeira vez em Médias24 - Número um em informação económica marroquina.