Havia doze detidos. O suposto líder era um ex-agente federal que foi preso por sequestros exorbitantes e foi testemunha arrependida no caso Leones Blancos. Contavam também com um especialista em túneis de nacionalidade uruguaia que já havia caído em outro assalto em Junín. E contrataram um técnico para hackear os alarmes das filiais da Nación em Morón e da Provincia em Baradero.