O presidente norte-americano terá dificuldade em apresentar o acordo anunciado com Teerão como um sucesso se a sua tradução principal se limitar à reabertura do Estreito de Ormuz. Ele teria, sem dúvida, poupado o que parece ser um fiasco com o Irão se tivesse ouvido os seus aliados do G7, com quem se reunirá em Evian na segunda-feira. A mesma observação aplica-se à Ucrânia.