‘A Antártica é a última fronteira’: a busca para salvar o Endurance de Shackleton
⚡ Resumo rápido
Em meio a temores de que os destroços sejam mais acessíveis aos exploradores – e às novas espécies – à medida que o clima esquenta, os conservacionistas querem criar a primeira área subaquática protegida da região As temperaturas extremas, as correntes traiçoeiras e a mudança de gelo do Mar de Weddell, na Antártida, que esmagou e afundou o seu navio, o Endurance, em 1915, levaram Ernest Shackleton a descrevê-lo como a “pior porção do pior mar do mundo”.
Em meio a temores de que os destroços sejam mais acessíveis aos exploradores – e às novas espécies – à medida que o clima esquenta, os conservacionistas querem criar a primeira área subaquática protegida da região
As temperaturas extremas, as correntes traiçoeiras e a mudança de gelo do Mar de Weddell, na Antártida, que esmagou e afundou o seu navio, o Endurance, em 1915, levaram Ernest Shackleton a descrevê-lo como a “pior porção do pior mar do mundo”.
Durante mais de um século, as condições inóspitas, que representam um desafio até mesmo para os navios quebra-gelo modernos, ajudaram a proteger os destroços perdidos, que foram descobertos em 2022, com a sua estrutura ainda praticamente intacta.
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