Mali: opositor Ismaël Sacko denuncia a “estratégia de terror” das autoridades de transição
⚡ Resumo rápido
No Mali, já passou quase um mês e meio desde que começaram os raptos de opositores políticos pela Segurança do Estado.
No Mali, já passou quase um mês e meio desde que começaram os raptos de opositores políticos pela Segurança do Estado. Na noite de 2 para 3 de maio, Mountaga Tall, um advogado comprometido com a democracia, foi sequestrado de sua casa durante a noite por homens armados encapuzados. No dia 3 foi a vez de Moussa “Abba” Djiré, presidente do “Yiriwa 223” e depois, no dia 4, de Youssouf Daba Diawara, próximo do imã e opositor exilado Mahmoud Dicko. Outras figuras políticas, militares e religiosas também foram raptadas pelos serviços malianos nas mesmas condições. Todos estão detidos em locais desconhecidos, sem qualquer procedimento legal. Ismaël Sacko, opositor exilado fora do Mali, presidente do PSDA – agora dissolvido como todos os partidos políticos no Mali –, e membro da CFR, a Coligação de Forças para a República liderada pelo Imam Dicko, denuncia “uma estratégia de terror”.
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