Diante de 36 mil espectadores, e com o árbitro alemão Frank Bleecker, desta vez Rabah Saadane não teve escolha senão apostar em uma equipe de ataque, ou pelo menos colocar em campo os jogadores mais preparados para jogar ofensivamente, pois um empate significaria certa exclusão da competição. O mundo assistiu a uma partida aberta em que o América somou dois pontos insuficientes, e um empate significaria a saída do torneio, [...] O post A América não era melhor que a Argélia apareceu primeiro no Al Shorouk Online.