A China travou o avanço da rebelião no Estado de Shan para salvar uma junta vacilante e reabrir o seu projecto de corredor económico, de Yunnan ao Oceano Índico. Para Pequim, este eixo é um seguro de vida estratégico em caso de crise em torno de Taiwan. Para a Birmânia, significa uma maior dependência do seu poderoso vizinho e uma reformulação do campo de batalha, onde exércitos, grupos étnicos e civis devem agora lidar com a “pax sinica”.