A economia da nossa cultura está envolvida há anos com orçamentos limitados, pouca atenção ao gosto da nova geração e à gagueira do órgão governamental tradicional; Onde o orçamento total não chega nem ao custo de fazer um jogo estrangeiro. Seyyedsadeq Pejman descreve este impasse e traça um novo paradigma para superar esta visão da cultura e ativar a máquina de fazer dinheiro das indústrias criativas. Ele diz que o ambiente de governação deve ajustar-se às mudanças de gosto da sociedade.