Mariano Perroni, 45 anos, foi o coordenador das enfermeiras que atenderam Diez e nesta quinta-feira testemunhou pela primeira vez no julgamento. Ele falou por três horas e chorou ao lembrar como a acusação afetou ele e sua família. “Eles me chamaram de assassino”, disse ele. Anteriormente houve um intenso confronto entre outros dois réus e o advogado Víctor Stinfale prestou depoimento como testemunha.