O fenômeno da Copa do Mundo de 2026 não é vivido apenas nos estádios dos países-sede, mas também se respira nas ruas dos países participantes. Na Colômbia, a febre dos álbuns Panini reúne dezenas de estranhos que procuram completar esta edição, por isso trocam folhas repetidas entre si ou vendem-nas num ritual que se repete a cada quatro anos. Uma reportagem da nossa jornalista Daniela Blandón e Juan Carlos Zapata.