Morte de Lyhanna: “Não respondemos a uma tragédia com gritos”, declara Emmanuel Macron, que quer agir sem “pressa” ou “demagogia”
⚡ Resumo rápido
"É óbvio que houve disfunções evidentes. Temos agora de compreender o que diz respeito às responsabilidades individuais e às disfunções sistémicas", acrescentou o Chefe de Estado.